Enfrentar a luta de ideias

domingo, 20 de setembro de 2015

Em todo lugar o debate político nacional é acalorado, refletindo o polarização da campanha eleitoral, e o consórcio oposicionista insiste em negar o resultado da urnas.

Nos últimos anos cada um de nós sentiu no ambiente escolar os bons frutos do desenvolvimento. No interior a retomadas de obras estruturadoras levou emprego e renda à população, impactando no ambiente social de forma positiva. Na Região Metropolitana o impacto foi ainda maior, vários de nossos alunos entraram no mercado de trabalho. Mas, as eleições do ano passado geraram um clima de permanente polarização. A oposição faz de tudo para impedir o resultado soberano das urnas, apoiado pelo bombardeio midiático que enfraquece a economia brasileira.

A insatisfação não leva necessariamente a apoiar o impeachment. Ainda que estejam insatisfeitas com o governo, as pessoas se perguntam que rumos devemos seguir para continuar o processo de desenvolvimento do país com distribuição de renda.

Não podemos ter dúvidas, a história dos últimos cem anos de Brasil nos ensina o quanto nefasto foram as interrupções dos mandatos populares. A elite brasileira sempre impediu a distribuição de renda e a igualdade de oportunidades ao povo.  

Somos uma potência entre os emergentes, 7ª maior economia do mundo, nos próximos anos poderemos passar a Inglaterra. Não podemos ter uma educação de primeiro mundo? Podemos SIM. O Brasil tem recursos suficientes para uma boa educação, e salários bem pagos. No Brasil a riqueza é muito concentrada, a exemplo de 71.440 brasileiros, que ganharam em 2013 quase 200 bilhões de reais sem pagar imposto, enquanto em 2012 o governo federal investiu na educação básica apenas 48 bilhões de reais.

A educação é um dos pilares onde se perpetua a desigualdade, e será na luta política que conquistaremos avanços para o povo, como diz Paulo Freire: “A educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. E pessoas transformam o mundo.”

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